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Vida pós choque – Life after Shock

13 de novembro de 2013 2 comentários

Infelizmente, o longo tempo sem aparecer por aqui não foi graças à quantidade enorme de trabalho, mas sim pela incapacidade momentânia de poder trabalhar, fotografar, escrever, ler ou fazer qualquer coisa.

Leia este post mais como uma amostra ou desabafo de que o nosso mundo ainda não é evoluído e nem civilizado.

No dia 17/05/13, foi o dia em que eu finalmente apresentei a minha conclusão de curso de uma pós-graduação em Artes Visuais, e assim estaria livre para voltar com força total aos trabalhos e às minhas atividades outdoor.

A apresentação ocorreu pela manhã, fui aprovado e assim estaria livre para voltar à vida normal.

foto 2

Manhã de Apresentação/TCC

No dia anterior, eu havia pegado emprestada uma bicicleta Dahon (aquelas que dobram no meio para ocupar menos espaço) para assim ir novamente ao parque da cidade, curtir um pôr do sol e fazer exercícios. Coisas que gosto muito de fazer para limpar a mente.

foto 1

Asa Sul/Brasilia

foto 3

W3 Sul/Brasilia

Ao retornar para casa de bicicleta, por volta das 18:00h, pedalei por uns 5 minutos na faixa de ciclismo da pista interna do parque.

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Parque da Cidade/Brasilia

Após isso eu simplesmente via cabeças olhando pra mim e um teto branco atrás delas com uma luz muito forte em que eu não conseguia manter os olhos abertos.

Esse foi, de acordo com familiares, o primeiro momento em que abri os olhos, de maneira um pouco mais consciente, ao estar deitado numa maca no corredor do Hospital de Base em Brasília.

Acordei lá porque horas antes eu tinha sido atropelado por um ciclista que estava à exatos 56km/h (palavras do ciclista), ele estava equipado como um ciclista e eu de bermuda e tênis. Nem eu, e acredito que nem mesmo o ciclista, sabemos exatamente o que aconteceu. Mas de acordo com familiares eu já estava deitado no asfalto deixando uma poça de sangue pela parte de trás da cabeça. O ciclista estava com a perna ralada, um dedo da mão cortado e seu capacete rachado. A ambulância demorou 1 hora para me buscar e me levar ao hospital.

Cerca de 1 hora depois de chegar ao hospital eu já estava com a cabeça costurada, enfaixada, radiografias e tomografias feitas.
Eu fiquei 5 dias, no mesmo local onde abri os olhos pela primeira vez, com uma contusão cerebral em contragolpe, edema cerebral difuso, fratura do mastóide, etc. Resumindo, estava com um tipo de traumatismo craniano.

5 dias depois o médico responsável disse à minha família:  - Se vocês tiverem condições de levá-lo à um hospital particular seria uma boa ideia, afinal, o paciente está estável mas caso ele precise de uma cirurgia de emergência, aqui não poderemos fornecê-la à tempo.

Ainda bem que eu tinha um plano de saúde particular. Minha família não pensou duas vezes e solicitou transferência para um hospital particular. Chegando lá os médicos me colocaram direto na UTI onde fiquei por 10 dias. (Mamãe não teve um aniversário tão legal.)

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Hospital de Base/Brasilia

Após 10 dias de pura alucinação, tomando remédios anti-convulsivantes, chamando por nomes de familiares e amigos na UTI, eu fui melhorando aos poucos e acabei sendo transferido para o um quarto de hospital. Todos estavam extremamente felizes, mas eu ainda parecia um zumbi e ainda tive alucinações com, crianças chinesas, galinhas, porcos e Bob Marley.
Durante esse período eu recebia visitas de familiares e amigos e mensagens de alunos…

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Flores/Alunos

Trabalho na área visual há quase 8 anos e no dia anterior à minha alta do hospital eu estava vendo tudo duplicado. Foi um susto da porra!
Mas com o tempo a visão foi voltando ao normal e eu conseguia finalmente assistir filmes, ler um livro, etc. A etapa seguinte foi a recuperação física que pareceu uma eternidade mas em agosto eu já estava bem melhor.

Depois desta recuperação parcial fui tentar entender o que havia acontecido. Peguei as roupas que estava usando naquele dia e vi que havia sangue no casaco, a corrente que eu usava para prender a bicicleta não estava mais presa ao banco, e por último, o bolso direito de minha bermuda foi puxado com uma força que ficou rasgado. Minha cabeça possuía alguns cortes e fraturas na parte esquerda. Minhas conclusão: O ciclista que estava à 56km/h e só dizia: “- Eu não vi ele!”,  me atropelou por trás pelo lado direito, e minha cabeça foi diretamente pro asfalto. Por isso não lembro, absolutamente, de nada!
Coincidentemente, cerca de uma semana após o acidente, foram colocadas algumas placas de redução de velocidade para os ciclistas. Ou seja, algo já estava acontecendo bastante.

Hoje escrevo sobre isso para dar fim à um trauma que demora à passar.
Estou totalmente recuperado e já voltei à criar, pensar, socializar, escrever, tocar, jogar, amar e rir.

Agradecimentos: Papai, mamãe, irmã e meu amor. Meus tios e tias, meus primos e primas, meus amigos e amigas. João Pedro Jatobá, Norma Rocha Fortes e Eduardo Hoecht.

Devo agradecer à algumas mensagens de força no trabalho também como esta do Alexandre Carlo (Natiruts):

Emails/Alexandre/Thais

Emails/Alexandre/Thais

E como eu não podia deixar de publicar algo depois de muito tempo:

Segue uma foto e o making of do novo projeto deste músico: Quartz.

FotoCapa

FotoCapa

Obrigado por compartilhar!

ENGLISH

Unfortunately , the long time without appearing here was not due to the huge amount of work, but due to the inability to work, photograph, write, read, or do anything .

Read this post more as a sample that our world is still not evolved nor civilized yet .

On 5/17/13 , was the day I finally completed post-graduation degree in Visual Arts, and i would be free to return to work at full strength and to my outdoor activities.

The presentation took place in the morning, I was approved and so would be free to return to normal life.

foto 2

Morning Presentation / TCC

The day before , I took my dad’s bike, Dahon (those that bend in the middle to take up less space) to just go back to the city’s central park , enjoy a sunset and exercise . Things I love to do to clear the mind and relax .

foto 1

Asa Sul / Brasilia

foto 3

W3 South / Brasilia
When i was returning home, around 6pm, I cycled for about 5 minutes in the track cycling inside the park .

foto 4

Park City / Brasilia

After that I just saw heads looking at me and a shinning white ceiling behind them with a strong light that I couldn’t keep my eyes open.

This was, according to family members, the first time I opened my eyes, a bit more aware , while lyied on a stretcher in the hallway of the Base Hospital in Brasilia .

Hours before I woke up there because I had been hit by a cyclist who was the exact 56km / h ( rider’s words ) , it was equipped as a cyclist and I in shorts and sneakers . Neither do I , and I believe that even the rider , do know exactly what happened . But according to family I was lying on the pavement leaving a pool of blood in the back of the head. The rider was with grated leg , a finger cut off and cracked his helmet . The ambulance took 1 hour to pick me up and take me to the hospital.

About 1 hour after arriving at the hospital I was already with my head stitched , bandaged , radiographs and CT scans done .
I stood 5 days , at the same place where I opened my eyes for the first time with a concussion in kickback , diffuse cerebral edema , fracture of the mastoid , etc. . In short , it was a kind of head trauma .

5 days later the responsible doctor told my family : – If you have a position to take him to a private hospital would be a good idea , after all, the patient is stable but if he needs emergency surgery , here we can not provide it in time.

Glad I had a private health insurance . My family did not think twice and requested transfer to a private hospital . Arriving there the doctors put me straight in the intensive treatment unit (we called here as UTI) where I stayed for 10 days. ( Mom’s birthday wasn’t so cool . )

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Hospital / Brasilia

After 10 days of pure hallucination , taking anti-convulsant drugs , calling for names of family and friends at the UTI , I improved gradually and ended up being transferred to a hospital room . Everyone was extremely happy , but I still looked like a zombie and still had hallucinations with Chinese children , chickens , pigs, and Bob Marley .
During this period I received visits from family and friends and posts by students …

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Flowers / Students
I’m in the visual area for almost 10 years and the day before my discharge from hospital I was seeing everything double . It was scare as shit!
But over time the vision was back to normal and I could finally watch movies, read a book , etc. . The next step was the physical recovery that seemed like an eternity but in August I was already much better .

After this partial recovery was trying to understand what had happened . I took the clothes he was wearing that day and saw that there was blood on the jacket , I wore the chain to fasten the bike was no longer attached to the bank, and finally the right pocket of my shorts was pulled with a force that has become torn . My head had a few cuts and fractures on the left . My conclusion : The cyclist who was the only 56km/he said : ” – I have not seen it ! ” Hit me from behind the right side, and my head was directly pro asphalt. So do not remember absolutely anything!

Today I write about it as the end of trauma it takes to pass.
I am fully recovered and have returned to create , think, kissing , socializing , writing, playing , playing , designing and laugh .

Thanks: Dad, Mom , sister and my love . My aunts and uncles , my cousins ​​, my friends and girlfriends . João Pedro Jatoba , Norma and Eduardo Rocha Strong Hoechst .

I have to thank some messages of strength in this work as well as Alexandre Carlo ( Natiruts ) :

Emails/Alexandre/Thais

Emails / Alexandre / Thais

 
And as I could not help but post something after a long time :

Here the picture of the new design of this musician: Quartz .

FotoCapa

AlexandreCarlo

Thanks for sharing !

Beatriz Águida – Voz e Violão

25 de janeiro de 2013 Deixe um comentário

Oi pessoal!

Estou postando aqui o mais novo vídeo em que dirigi a fotografia e editei o material.

Um clipe feito para a minha grande amiga de rock Beatriz Águida. A ideia era fazer algo mais real, e mais simples, planos e takes longos, sem muitos cortes. Não utilizamos a música da gravação do CD, preferimos gravar o som direto, ao vivo do momento em que ela tocava. Real!

Espero que entendam a ideia e gostem do resultado.

A realização foi da Oficina de Produção, o som foi captado e tratado por Maurício Fonteles e a direção e fotografia foi minha!

Um abraço à todos!

Além disso produzimos também as fotos que compuseram o CD: http://www.facebook.com/beatrizaguidaoficial?fref=ts

Hi everybody!

I’m posting here the newest video that I was director of photography and editor.

A film made ​​for my great old school friend Beatriz Aguida. The idea was to do something more realistic, using long takes without many cuts. We didn’t use the music from CD, we did prefer the direct sound, live at the moment she played for us. More organic.

I hope you understand the idea and like the results.

Crew:

Production: Oficina de Produção

Audio: Maurício Fonteles

Photography: Alexandre Fortes

Hugs!

CategoriasVideos

2 Docs in 15 Days

29 de outubro de 2012 Deixe um comentário

Mais uma vez fui diretor de fotografia de outros documentários gravados pelo Brasil para a TV Justiça e novamente dirigidos por Alexandre Fischgold.
Desta vez gravamos 2 documentários ao mesmo tempo em 15 dias. O ritmo é sempre acelerado e as locações são de todos os tipos. Os cenários mais feios, menores e mais difíceis de filmar são sempre os mais gratificantes no final.
Um dos documentários foi sobre o abolicionista Joaquim Nabuco e o outro sobre Inclusão Social de Deficientes.
Todos os dias, começando por Brasília, pegávamos um vôo noturno, no caso aqui, para Curitiba, chegávamos em um Hotel as vezes bom, as vezes ruim. Afinal não há como a produção controlar a qualidade dos hotéis. (Lembrando que um produtor(a) é sempre essencial e totalmente indispensável em qualquer trabalho cinematográgrico.)
Ao chegarmos no Hotel quase de madrugada, simplesmente desmaiávamos de tão cansados e acordávamos cedo para a gravação da cidade em qual estávamos. Ao sairmos do hotel perto de 7:00am já com as malas de roupa e equipamentos arrumados, afinal, não havia tempo para voltar ao hotel depois das gravações. Era terminar de filmar, guardar tudo e ir direto para o aeroporto pegar um outro vôo noturno, chegar em Porto Alegre e repetir a dose.
1° dia – Caçu-GO, 12 horas de carro no total, cidade pequena, silenciosa (bom para o áudio), equipe com dois assistentes e um operador de áudio, gravamos crianças com Deficiência Intelectual (esse é o modo correto de dizer). A viagem foi extremamente cansativa mas as gravações, as pessoas e a equipe foram nota 10. Nada como a simpatia do interior.
2° dia – Curitiba -PR, povo simpático, mulheres bonitas, cidade com uma boa qualidade de vida. Aparentou isso. Equipe com dois assistentes e um operador de audio. Nota 10
3° e 4° dia – Porto Alegre – RS, não existe mulher feia nessa cidade, não sei se pela colonização ou pelo culto à vaidade extrema. Equipe com dois assistentes, um operador de audio e um motorista. Nota 10.
5, 6, 7 e 8° dia – Rio de Janeiro-RJ. Cidade maravilhosa, pessoas bonitas, comunicativas, easy-going e sacanas. Ficamos de quinta à seg no Rio. Tivemos o sábado livre, deu pra ir à praia e ver velhos amigos. Ao chegar em uma cidade muito populosa depois de gravar em cidade interiorana acaba sendo assustador e muito claro, pra mim, de que aqueles cidadãos não estão 100% saudáveis. Pensar que morei lá durante dois anos, e hoje sinto o clima de stress mais forte. O que é normal em toda cidade grande. A equipe foi mais reduzida, apenas com um assistente e um operador de audio. Filmamos uma mulher chamada Izabel Maior, que é uma Pessoa Com Deficiência (esse é o modo certo de dizer) que tinha muito a nos ensinar.


Hoje, dia 29/10 volto pra casa onde minha artista e esposa me espera com muitas saudades. Passarei uma semana em Brasília-DF e depois viajo à Recife-PE por 4 dias e mais um dia de gravação em São Paulo-SP. Ufa!
Estou vivo e espero que tenham entendido minhas palavras. Juro que não tive a intenção de ferir a língua portuguesa, apesar de achá-la mal feita. Epa!
Pode parecer exagero mas, toda vez que nos despedimos da nossa equipe local sinto uma leve tristeza, porque o contato durante as gravações é sempre muito intenso, e do nada vc viaja e provavelmente não verá mais essas pessoas. Tentarei da próxima vez sempre fotografar as equipes escaladas.

Aquele abraço.

cont…

Hoje é dia 29/11 e finalmente consegui sentar para terminar essa história.

Nos dias que seguiram embarcamos para Recife, que é uma cidade linda, como sempre o Nordestino simpático e algumas praias com tubarões. Eba!

O primeiro hotel que ficamos foi absurdamente claustrofóbico, a produção não teve tempo de conseguir um hotel melhor. Acontece. Mas 2 dias depois, ao mudarmos de hotel o dono não quis nos cobrar nossas diárias. Não me pergunte porque, acho que é a magia do Nordeste. lol!

Fazer documentários históricos é sempre bacana, a viagem no tempo se torna possível. No caso desta viagem para Recife fomos gravar sobre Joaquim Nabuco, mais conhecido como um abolicionista na “”época”” da escravidão.

Em breve postarei os links do youtube para que possam assistir os Docs.

Um abraço!

English:

Again I was director of photography for other documentaries recorded for a TV chanel here in Brazil, and again directed by Alexandre Fischgold.
This time we shoot two documentaries while 15 days. The schedule is always short and the locations are of all kinds. The uglier locations, smaller and harder to shoot are always the most rewarding in the end.
One of the documentaries was about the abolitionist  Joaquim Nabuco and another on Social Inclusion of Persons with Disabilities.
Every day, beginning in Brasilia, we took an overnight flight for Curitiba, we arrived at a hotel sometimes good, sometimes bad. After all there is no way to control the production of quality hotels. (Remember that a producer (a) is always essential and absolutely indispensable in any film job.)
When we arrived at the hotel almost dawn, we pass out in bed and wake up early to shoot at the city we were. As we left the hotel around 7:00 am, already with bags of clothes and equipment tidy, after all, there was no time to return to the hotel after the shooting. We finished filming, holds everything and go straight to the airport to catch another overnight flight, arriving in Porto Alegre and repeat the dose.
Day 1 – Caçu-GO-BR, 12 hour drive in total, small town, quiet (good for audio), two assistants and staff with an operator audio, recorded Children with Intellectual Disabilities (this is the correct way to say here) . The journey was extremely tiring but the recordings, people and staff were very good. Nothing like the friendliness of the interior cities.
Day 2 – Curitiba-PR, friendly people, beautiful women, a city with a good quality of life. This appeared. Two assistants and an audio operator. A+!
3rd and 4th day – Porto Alegre – RS, there is no ugly woman in this town, do not know if by colonization or the cult of extreme vanity. Team with two assistants, one audio operator and one driver. A+!
5, 6, 7 and 8 day – Rio de Janeiro-RJ. Wonderful city, beautiful people, communicative, easy-going and foul-mouthed. Love that city! We were from thursday to monday in Rio. We had the Saturday off, i could go to the beach and see old friends from university. Arriving in a very populous city after recording in provincial town ends up being creepy and very clear to me, that those citizens are not 100% healthy. Thinking that I lived there for two years, and today I feel the climate of stress stronger. What is normal in every big city. I don’t know. The team was smaller, with only an assistant and an audio operator. We shot a woman named Izabel Maior, which is a Person With Disabilities (that’s the right way to say) that had a lot to teach us. And i learned dude! Very cool!

Today, 29/10 i’m back home where my wife and artist expects me. I will spend a week in Brasilia-DF and then travel to Recife-PE for 4 days and a day of recording in São Paulo-SP. Phew!
I’m alive and I hope you have understood my words. I swear I did not mean to hurt the English language.
It may seem an exaggeration, but every time we parted from our local team feel a slight sadness, because contact during the recording is always very intense, and you probably won’t  see these people anymore. I will try next time to take a picture of every crew.

cont…

Today is 29/11 and finally got to sit down to finish this story.

In the days that followed we traveled to Recife-PE, which is a beautiful city, as always the Northeast and some nice beaches with sharks. Whoopee!

The first hotel we stayed was absurdly claustrophobic, the production did not have time to get a better hotel. It happens. But two days later, when we were moving, the hotel manager did not want to charge our stay. Do not ask me why, I think that is the magic of the Northeast. lol!

Making historical documentaries is always nice, time travel becomes possible. In the case of this trip to Recife we shoot only for Joaquim Nabuco, best known as an abolitionist in “” time “” of slavery.

Soon I’ll post the links from youtube so you can watch the Docs.

Hugs!

Alexandre Carlo (Pt. 2)

2 de outubro de 2012 1 comentário

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Seguem aqui as fotos finalizadas que já estão sendo divulgadas do trabalho do músico Alexandre Carlo junto à banda Natiruts.

O primeiro contato que tive com Alexandre foi ao fotografá-lo para o meu projeto pessoal sobre Brasília que ainda está em andamento. Após esse contato, o músico lembrou do meu trabalho ao querer produzir suas fotos para a divulgação do seu novo DVD. Ou seja, faça a roda girar!

Em novembro a banda entrará no ar na TV Globo no programa Altas Horas, lá poderemos ver algumas fotos da sessão também.

Em breve posto mais fotos do cantor que fiz hoje mesmo. Mas desta vez para um projeto de Dub do artista.

Espero que gostem e curtam a minha página no Facebook!

Ficha Técnica:

Fotografia: Alexandre Fortes

Tratamento e Assistente Fotográfico: Felipe Bittar

Make-up: Jessica Almeida

English:

Here are the photos that are already being disseminated about the work of Alexandre Carlo header of the band Natiruts.

The first contact I had with Alexandre was to photograph him for my personal project about Brasília-Brazil that is still ongoing. After this first contact, the musician remembered my work and hired me to produce his photos for the release of his new DVD. That is, make your own work!

In November the band will go on air on TV Globo’s program  “Altas Horas”, there we can see some photos of the session too.

Soon i’ll post more photos of the singer that i made ​​today. But this time for a project of Dub-Tropical.

I hope you enjoy it and like my Facebook page!

Crew:

Photographer: Alexandre Fortes

Post-production and Photo Assistant: Felipe Bittar

Make-up: Jessica Almeida

Presente pra Você!

26 de setembro de 2012 Deixe um comentário

Estrelas Chapadas – Alexandre Fortes

Uma longa exposição das estrelas durante uma noite escura na Chapada dos Veadeiros, resultou nesse presente pra você.

Clique na foto e baixe a versão full para usá-la como wallpaper no seu computador, tablet ou celular.

Abraços!

Fotógrafo: Alexandre Fortes @ Galpão 3 Studio

CategoriasNews

O Nordeste é bom!

5 de setembro de 2012 Deixe um comentário

Estou escrevendo isso do avião mas provavelmente só postarei quando tiver um sinal de internet.
Essa semana realizei uma direção de fotografia para um documentário sobre o poeta, escritor e filósofo, Tobias Barreto. O Doc será para aTV Justiça e está sendo dirigido por Alexandre Fischgold.

Fazer fotografia para um programa à parte da televisão é muito bacana, porque é o momento em que os profissionais da TV possuem um contato direto com um trabalho mais detalhista, afinal de contas, na televisão não há muito espaço para detalhes. O tempo é sempre muito curto. Não quero dizer que tivemos tempo de sobra, todos os dias, acordávamos as 7:00 e dormíamos por volta de 01:30/ 2:00. Cansativo, mas vale a pena. Sempre acontecem novas experiências.

Mas o que me deu vontade de escrever este post foi o fato de lembrar como as pessoas do Nordeste são extremamente simpáticas. No caso deste documentário a equipe gravou nas cidades de Aracajú e Tobias Barreto-SE.
Além da simpatia ainda ganhei um par de sandálias próprias para dançar um forró de um dos meus assistentes regionais. Em breve usarei. Há!
Mas o presente foi simplesmente a cereja do bolo, a equipe equipe fez um belo trabalho durante os 3 dias de gravação.

O documentário irá ao ar na primeira quinzena de outubro no canal TV Justiça.

English:

I’m writing this from the airplane but will post when probably have an internet signal.
This week I was DOP for a documentary about the poet, writer and philosopher, Tobias Barreto. The Doc will broadcast and it’s been directed by Alexandre Fischgold.

Do photography for a television program apart is very cool, because it is the time when the TV professionals have direct contact with a more sofisticated lightining, after all, on television there is not much room for sofistication. The time is always too short. I do not mean that we had plenty of time, every day, wake up at 7:00 and slept around 1:30 / 2:00. Tiring but worth it. New experiences always happen.

But what made me want to write this post was the fact that people remember as the Northeast are extremely friendly. In this case the documentary team recorded in the cities of Aracaju and Tobias Barreto UP.
Besides won sympathy even own a pair of sandals to dance the forró one of my native assistants. Soon I will try.
But this was just the icing on the cake, the staff team did a great job during the 3 days of recording.

The documentary will air in the first half of October the Justice TV channel.

Alexandre Carlo

9 de agosto de 2012 3 comentários

Foto: Alexandre Fortes@Galpão 3 Studio

Bom pessoal, pra quem não reconhece o nome acima pesquise no google.
Como já é meia-noite devo falar que ONTEM fotografei esse excelente músico que muito bem representa a minha cidade natal.
Não foi à toa que esse trabalho surgiu. Após tê-lo fotografado no estúdio para o Faces e Traços, seus produtores me contactaram precisando fotografá-lo para um projeto da banda que não sei se posso mencionar aqui no blog. Mas já sabemos que algo da banda Natiruts será lançado.
Adoro fotografar trabalhos desse tipo, o fotógrafo sua a camisa um pouco mais, mas o resultado e alguns elogios…

( “Poxa! As fotos estão excelentes! E veja que sou fotografado há 16 anos, sempre tenho que fazer isso em todos os lançamentos de álbuns e shows, você tem um talento aí.” – Alexandre Carlo. )

…no final do dia são recompensadores.

Em breve mostro as fotos finalizadas (me cobrem!), mas por enquanto deixarei só uma palhinha.
Abraço à vc!

Equipe:

Modelo: Alexandre Carlo

Fotografia: Alexandre Fortes

Assistente Fotográfico e Tratamento: Felipe Bittar

Make-up: Jéssica Almeida

Quem planta preconceito, racismo, indiferença
Não pode reclamar da violência – Alexandre Carlo

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